A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa nesta quinta-feira (21/5), em sua residência em Barueri (SP). A prisão ocorreu durante a Operação Vérnix, realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. A investigação apura a existência de um esquema de movimentação de recursos vinculado à organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Com 21,6 milhões de seguidores no Instagram, a influenciadora nasceu em Vitória de Santo Antão, no Pernambuco, mas reside desde sua infância em São Paulo. Ela atua como advogada no escritório Bezerra Advogados & Associados e possui participação em empresas de diferentes setores. Entre os negócios associados à influenciadora estão a empresa de cosméticos Deo Beauty e a DB Santos Apoio Administrativo e Financeiro.
Ela também figura como sócia na Deolane Bezerra Holding Patrimonial e na Deolane Bezerra Comércio e Serviços. Sua atuação profissional abrange o mercado de publicidade, campanhas digitais e gestão de marcas.
A investigação aponta que Deolane recebeu depósitos provenientes de uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau, cidade localizada no extremo oeste do estado de São Paulo. De acordo com o inquérito, a empresa é utilizada para o repasse de valores da cúpula da organização criminosa. Entre 2018 e 2021, a influenciadora teria recebido em sua conta depósitos fracionados em valores abaixo de R$ 10 mil. Essa prática é identificada pela polícia como um método para dificultar o rastreamento financeiro.
O relatório das autoridades indica a identificação de depósitos que somam R$ 716 mil, efetuados por uma empresa de crédito cujo responsável possui renda mensal de um salário mínimo. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em bens e ativos vinculados à advogada. A operação também teve como alvos parentes de Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, e pessoas apontadas como operadores do sistema financeiro da organização. A ordem de prisão foi cumprida após o retorno da influenciadora de uma viagem à Roma, na Itália.
Em setembro de 2024, Deolane foi alvo da Operação Integration, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais envolvendo casas de apostas. Na ocasião, ela chegou a ir para prisão domiciliar, mas foi encaminhada à unidade penitenciária por descumprir medidas judiciais, sendo liberada dias depois.
Nas redes sociais, as irmãs Dayane e Daniele Bezerra negaram as acusações e manifestaram apoio à influenciadora. “Permanecer firme, mesmo em meio às acusações injustas, exige coragem, força e confiança de que a justiça prevalece. Vamos lutar, mais uma vez, pela verdade e pela dignidade”, escreveu Dayane.
“Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que se repetem há tempos. Acusar é fácil, difícil é provar”, afirmou Daniele.
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Ela também figura como sócia na Deolane Bezerra Holding Patrimonial e na Deolane Bezerra Comércio e Serviços. Sua atuação profissional abrange o mercado de publicidade, campanhas digitais e gestão de marcas.
A investigação aponta que Deolane recebeu depósitos provenientes de uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau, cidade localizada no extremo oeste do estado de São Paulo. De acordo com o inquérito, a empresa é utilizada para o repasse de valores da cúpula da organização criminosa. Entre 2018 e 2021, a influenciadora teria recebido em sua conta depósitos fracionados em valores abaixo de R$ 10 mil. Essa prática é identificada pela polícia como um método para dificultar o rastreamento financeiro.
O relatório das autoridades indica a identificação de depósitos que somam R$ 716 mil, efetuados por uma empresa de crédito cujo responsável possui renda mensal de um salário mínimo. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 27 milhões em bens e ativos vinculados à advogada. A operação também teve como alvos parentes de Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, e pessoas apontadas como operadores do sistema financeiro da organização. A ordem de prisão foi cumprida após o retorno da influenciadora de uma viagem à Roma, na Itália.
Em setembro de 2024, Deolane foi alvo da Operação Integration, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais envolvendo casas de apostas. Na ocasião, ela chegou a ir para prisão domiciliar, mas foi encaminhada à unidade penitenciária por descumprir medidas judiciais, sendo liberada dias depois.
Nas redes sociais, as irmãs Dayane e Daniele Bezerra negaram as acusações e manifestaram apoio à influenciadora. “Permanecer firme, mesmo em meio às acusações injustas, exige coragem, força e confiança de que a justiça prevalece. Vamos lutar, mais uma vez, pela verdade e pela dignidade”, escreveu Dayane.
“Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que se repetem há tempos. Acusar é fácil, difícil é provar”, afirmou Daniele.
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